Arquivo ‘Segurança na Internet’ Category

FALSOS E-MAILS EM NOME DO CAMFROG

Monday, October 19th, 2009

******* ATENÇÃO USUÁRIOS *******


Alguns usuários do Camfrog estão recebendo FALSOS E-MAILS, solicitando a verificação do seu Código PRO.

DELETEM ESTE E-MAIL IMEDIATAMENTE, POIS SE TRATA DE UM E-MAIL FALSO, PARA ROUBAR SEU CÓDIGO PRO.

O Camfrog e a frogFriendsBrasil NÃO ENVIAM E-MAILS e NÃO solicitam NENHUM TIPO DE ATUALIZAÇÃO CADASTRAL OU SIMILAR.

Se você recebeu este FALSO e-mail, e quiser nos ajudar, encaminhe o mesmo para: suporte@frogfriendsbrasil.com

Estaremos encaminhando as autoridades responsáveis para investigação e punição dos autores desta fraude.

Agradecemos a todos pela compreensão e colaboração.

Atenciosamente,

Rafael Ribeiro – CEO frogFriends Group

Segurança na Internet

Saturday, September 26th, 2009

Caros usuários!

Recomendamos que TODOS os usuários,  acessem a Cartilha de Segurança na Internet, fornecida pela Safernet.

www.safernet.org.br/site/prevencao/cartilha/safer-dicas


SaferNet Brasil – Protegendo os Direitos Humanos na Sociedade da Informação

Todos os Direitos Reservados.

FALSOS E-MAILS / ATENÇÃO

Saturday, June 20th, 2009

Caros Usuários!

Algumas pessoas estão recebendo um FALSO e-mail, dizendo ser do Camfrog, informando que você recebeu um Presente Virtual.

NÃO ABRA !!!

O Camfrog não manda e-mails avisando sobre presentes virtuais.

Delete o e-mail imediatamente.

NUNCA coloque sua senha, nickname ou código PRO do Camfrog em qualquer site que NÃO seja o www.camfrog.com e/ou www.frogfriendsbrasil.com

Qualquer dúvida, nos contate ANTES de abrir qualquer link ou e-mail relacionado.

Atenciosamente,

Peter Krall – Atendimento ao Cliente

Crimes Virtuais? Denuncie !!!

Sunday, November 16th, 2008

A frogFriendsBrasil, visando a segurança de seus usuários e da comunidade brasileira no Camfrog, disponibiliza agora uma área exclusiva para você que presenciou um crime virtual, denunciar!

Em parceria com a SaferNet, estamos juntos na luta contra a pornografia infantil!

Caso você tenha presenciado algum crime virtual, acesse:

http://www.frogfriendsbrasil.com/?op=denunciar

Ajude-nos a fazer uma comunidade mais segura para todos!

Atenciosamente,

Rafael Ribeiro – CEO frogFriends Group

Segurança no Chat

Sunday, October 26th, 2008

Comunicação em tempo real que ocorre através de salas virtuais. Permite troca instantânea de mensagens entre várias pessoas. Geralmente são abertas e todos podem ver, em tempo real, a conversa de todos na mesma tela. São conhecidas como Salas de Bate Papo e são divididas por temas, idade ou preferências.

CUIDADO:

  • As salas são espaços públcos abertos a qualquer um. Precisamos ser educados e tomar cuidado com estranhos;
  • As pessoas podem fantasiar e mentir para tentar ganhar confiança e prestígio;
  • Em muitas salas as conversas são impróprias para crianças que podem entrar sem serem identificadas;
  • Os apelidos dificultam a identificação e facilitam a ação de criminosos;
  • APROVEITE:

  • Permite conhecer e conversar “ao vivo” com pessoas de qualquer lugar do mundo;
  • Facilita o compartilhamento de idéias e a realização de debates pela Internet;
  • Estimula a escrita e leitura para participar das discussões;
  • Pode contribuir com a socialização e desenvolver habilidades de comunicação;
  • DICAS DE SEGURANÇA:

  • Não exiba seu nome completo, telefones, endereço nem lugares que freqüenta;
  • Jamais encontre “amigos virtuais” sem autorização de um adulto;
  • Tempo de conversa não garante a confiança nem a verdade das informações, tome cuidado;
  • Dialogue e busque sempre dicas para garantir sua segurança;
  • Caso receba mensagens ou imagens agressivas que tentem forçar uma conversa, bloqueie o usuário, denuncie e peça ajuda;
  • Em caso de visualizar conteúdos suspeitos de violarem os direitos humanos denuncie em www.denunciar.org.br;
  • Se não tiver alguém para tirar suas dúvidas, envie email para prevencao@safernet.org.br;
  • Fonte: SaferNet Brasil

    Conversando com o Inimigo

    Saturday, July 26th, 2008

    Operações policiais expõem os métodos dos pedófilos para atrair crianças via computador

    Uma dezena de ações policiais nos últimos tempos tem chamado atenção para o crime monstruoso do abuso sexual de crianças, classificado genericamente como pedofilia. Na Polícia Federal, foram seis grandes operações nos últimos três anos, sendo a mais recente a Arcanjo, realizada em Roraima no começo de junho, na qual entre os oito presos havia dois empresários, um major da PM e o procurador-geral do estado, Luciano Alves de Queiroz, exonerado após a detenção. A Polícia Federal também prendeu em plena biblioteca do Ministério do Planejamento, em Brasília, o corretor de imóveis Gusmar Lages Júnior, 45 anos, que usava os computadores disposição do público para enviar e-mails com imagens de pornografia infantil. Na Polícia Civil de São Paulo, um pavoroso acervo de imagens de computador foi apreendido com Márcio Aurélio Toledo, 36 anos, operador de telemarketing e pai-de-santo em um terreiro de candomblé, para onde atraiu boa parte de suas vítimas.

    Dono do site de relacionamento Orkut, um caminho pelo qual pedófilos têm circulado impunemente, o Google já abriu 3 261 álbuns e páginas privadas do site e concordou em liberar outros 18 330 Comissão Parlamentar de Inquérito instalada em março para tratar do assunto. De janeiro a junho deste ano, a SaferNet Brasil, organização não-governamental que combate a pedofilia e a pornografia infantil, registrou 26 626 denúncias de ação de pedófilos, quase o dobro do total do mesmo período em 2007. Na Polícia Federal, o número de inquéritos relacionados a esse tipo de crime saltou de 28, em 2000, para 165, no ano passado. Aumentou a pedofilia ou aumentou a ação da polícia? Ambas aumentaram, e o denominador comum é a internet – a rede tanto abriu um campo novo e prolífico para os pedófilos quanto expôs mais o tipo de violência que estes perpetram, possibilitando punições mais freqüentes. “Só neste último mês recebemos 3 000 denúncias, e a maior parte delas envolve a internet”, informa Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI do Senado.

    A pedofilia é um transtorno sexual – a atração por crianças – que há sessenta anos, sob o número F65.4, faz parte da Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde. Quando praticada, transforma-se em crime que assombra as famílias: todos sabem que são parentes ou conhecidos próximos os responsáveis pelos abusos mais freqüentes. Nesta reportagem, tratamos de casos que ocorrem fora da rede familiar, em que o pedófilo é um predador sexual de longo alcance. O papel da internet nesse mundo foi, basicamente, o de facilitar o acesso a crianças e reunir em uma espécie de comunidade pessoas que, pela repugnância universal que seus atos despertam, só muito raramente tinham contato mútuo. “Na internet, o pedófilo tem a ilusão do anonimato e a sensação da impunidade”, diz o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares. Ele atrai suas vítimas em salas de bate-papo e sistemas de comunicação popularíssimos entre crianças, como o MSN e o Orkut (veja o quadro). Usando apelidos infantis como “vanessinha10″ e “thiago8″, passa-se por criança. O terreno é fértil: em maio, pesquisa do Ibope/NetRatings constatou que, de 23 milhões de pessoas que acessaram 43 bilhões de páginas na internet, 2 milhões tinham entre 6 e 11 anos. Freqüentemente, o pedófilo se integra a sites fechados para troca de pornografia – cenas mais explícitas chegam a custar o equivalente a 150 reais, pagos com cartão de crédito internacional – e até de justificativas distorcidas para seu transtorno. “No Império Romano, era comum sexo entre adultos e crianças. Os imperadores tinham várias crianças para satisfazer suas vontades”, diz um deles. “A internet estimula a ação do pedófilo porque é lá que ele encontra seus semelhantes”, avalia Sérgio Suiama, coordenador do grupo de combate aos crimes de internet do Ministério Público de São Paulo.

    A prisão de Márcio Toledo, em São Paulo, rendeu polícia um dos mais aterrorizantes retratos da ação de pedófilos no Brasil com crianças brasileiras – apreensões de computadores em outras operações desvendaram cenas igualmente hediondas, mas a maioria provinha do exterior. Toledo fazia e oferecia sexo com crianças, em troca de relações com os interessados nas abominações, e compartilhava as imagens que obtinha. A polícia passou apenas quatro dias interceptando seus telefonemas. “Tínhamos autorização judicial para fazer escuta durante um mês, mas, na primeira oportunidade de uma criança ser violentada, nós o prendemos. Ele estava acompanhado de outro homem, a quem havia oferecido sexo com um menino de 8 anos”, conta o delegado Ricardo Guanaes. “Tenho uma filha de 4 anos e outra de 5. Como eu explicaria para o pai do menino que ia ser violentado que eu sabia do encontro e não fiz nada porque precisava de mais provas?” Por provas entenda-se evidência de produção e distribuição de pornografia infantil, crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, estupro ou atentado violento ao pudor, previstos no Código Penal. No Brasil, a posse de imagens e as conversas aliciadoras não são qualificadas como crimes. A CPI da Pedofilia encaminhou ao plenário do Senado um projeto de lei para mudar essa distorção, mas ainda não há data de votação.

    O computador de Toledo continha cenas com dez crianças, mas não havia como divulgá-las. “Dependíamos da iniciativa de pais que soubessem que seus filhos tinham alguma relação com o sujeito”, explica Guanaes. Apenas um se apresentou: um vendedor cujo filho de 9 anos freqüentava o terreiro de Toledo havia dois, levado pela mãe. O vendedor assistiu s gravações – ou ao que conseguiu ver antes de desmoronar – e identificou o menino numa cena em que era submetido a relações sexuais com dois homens. A polícia pôde indiciar Toledo a partir do seu depoimento, confirmado pelo filho, que está sob acompanhamento psicológico. “Márcio dizia que, se ele não fizesse sexo, a mãe morreria de câncer. Chegou a pegá-lo na escola para um encontro com um homem”, disse o pai a VEJA.

    Em casos de pedofilia fora da esfera familiar, é comum que os pais sejam os últimos a saber. “Os pais têm dificuldade de entender os sinais que os filhos passam. Se a criança tenta contar, eles duvidam dela. Não fazem isso por maldade, mas porque é difícil acreditar que uma pessoa tão próxima esteja fazendo algo tão cruel com alguém tão indefeso”, diz a psicóloga Daniela Pedroso, 34 anos, que há dez anos atende crianças vítimas de violência sexual no Hospital Pérola Byington, em São Paulo. Em 2007, 805 meninas e meninos de até 12 anos foram encaminhados ao serviço, que recebe, em média, setenta novas crianças por mês e utiliza brincadeiras e desenhos no diagnóstico e no tratamento das pequenas vítimas. Apesar do estigma, ainda existe certa tolerância cultural em determinados meios, em especial quando as pequenas vítimas são muito pobres e os criminosos dispõem de algum tipo de poder. “No Brasil, a pedofilia anda nas colunas sociais, tem mandato, veste toga, tem patente, anda com a Bíblia e reza o terço. É um monstro pior do que o narcotráfico”, alerta, consciente do peso de suas palavras, o senador Malta. O procurador-geral exonerado em Roraima chegou a ter três encontros com menores em um único dia. A polícia documentou sua ida a um motel com uma menina de 6 anos. É quase impossível ler os detalhes do depoimento da criança sem passar mal. Cadeia e execração social parecem pouco para os perpetradores desse tipo de crime, mas são os instrumentos de que a sociedade dispõe para puni-los. Sempre.

    Fonte: SaferNet Brasil